domingo, 21 de março de 2010

Domingo é dia de parque


Outro dia estava lendo uma matéria que dizia da importância de se colocar os pés dos pequenos no chão. Até achei interessante que tinha um tópico que mostrava que a idade certa para colocar sapatos no bebê e era mais ou menos com 10 meses pra um ano.


O Gael sempre andou descalço. Isso já me fez ser alvo de caras de estranheza e de perguntas esquisitas. Não ligo muito...A carinha que me interessa é a dele descobrindo as texturas novas em contato com os seus pezinhos.


Tenho uma prima que colocava tênis no bebê dela até pra dormir. Acho que ela nunca deve ter dormido de sapato,né!A sensação é muito estranha.


Hoje levei o bebê Kopko ao parque e deixei ele sentir a areia. A experiência foi tão valiosa que se estendeu do tato ao paladar. Sabe como é. Não dá pra desviar um segundo se quer que tudo vai pra boca. Não tem jeito.


Espero que isso não faça mal a ele. Mas fala a verdade, levar uma criança ao parque e trazer ela pra casa limpinha não tem graça. Se diverte muito mais as crianças que se sujam.


Beijos

sábado, 20 de março de 2010

Educar filhos, mudar pais


A tarefa de ensinar não é fácil, principalmente para os pais de 1 ª viagem que ainda estão se adaptando a chegada do novo membro da família. O exemplo em casa pode ser a chave para um aprendizado muito mais efetivo. Educar um filho exige uma mudança verdadeira dos pais.

Desde os 6 meses tento ensinar meu filho a falar ma-ma. Depois de longos meses, ele começou a repetir por onde ia a palavra. Percebi que ele ainda não me ligava ao nome, mas contava a todos empolgada da descoberta do pequeno.

Depois de um tempo, novas sílabas e vogais iam começando a fazer parte do seu vocabulário. Percebemos que ele do nada começou a dizer “ô”. Era ô pra lá e ô pra cá, todos os dias. Ninguém sabia o que significava, até o dia que eu cheguei do trabalho e olhando pra mim ele disse: - Ô. E sorriu.

Por mais que eu tentasse e conversasse com ele: “Filho, eu sou a má- mãe.” Ele resolveu me chamar como o pai dele carinhosamente me chamava: mô. Fiquei refletindo em tudo que tentei passar pra ele até aqui e tive que reconhecer que o nosso jeito de viver é o maior exemplo. Nossos filhos nos assistem, observam e copiam o que fazemos.

Ainda assim, tenho essas 5 coisas que gostaria que ele aprendesse. Acredito que nelas devo ser o maior e verdadeiro exemplo.

A primeira é: Filho, ame as pessoas como você ama o papai e a mamãe.

Não vale tentar enganar os pequenos. O modo como tratamos as pessoas em nossa casa, familiares, amigos e em qualquer lugar pode dizer muitas coisas. Isso inclui quando vamos até resolver as coisas por telefone, o que dizemos e como olhamos para as pessoas. Uma atitude amorosa ultrapassa os limites das palavras. Ela se revela em atitudes como um abraço e um sorriso. Porque quero que meu filho ame as pessoas? Por que o meu desejo também é que ele sempre seja tratado com amor.

Outra coisa é o Respeito pela vida.

Pare de jogar comida fora, jogar lixo pelas ruas e desperdiçar água já. Há lugares onde as pessoas precisam disso e não tem. Não é fazer “terrorismo” com a criança, mas convencer o pequeno que essas coisas são valiosas e que precisam ser preservadas. Os animais também entram na lista. Não é nada bacana machucar os bichinhos.

Dê valor as pequenas coisas

O rosto de alegria do Gael ao ver o carrinho de madeira que o seu avô paterno fez pra ele não tem preço. Vale muito mais que comprar muitos e muitos brinquedos. Cantar as músicas preferidas dele pra ele, passar uma manhã no parque, festejar as pequenas conquistas do bebê é precioso.

Leia livros

A verdade é que isso é coisa que se ensine sim e eu tive que entender a importância. Acredito num mundo melhor a partir da educação e o conhecimento é um dos caminhos para isso.

Seja você mesmo

É valioso ser quem você é. Não se renda a todas as pressões da atualidade, só as boas. Pegue os bons e exemplos e siga-os. Acredite que você foi gerado com muito amor e nada, nem ninguém, pode negar isso.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Parabéns, Homenzinho.


Já aponta na gengiva do pequeno Gael um dentinho.

Mamãe está toda orgulhosa e boba com o crescimento e a evolução do bebê Kopko.


Te amo,filho.

Você é o cut-cut da mamãe.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Bebê Sustentável -Vida Simples


Esse é um e-mail que mandei a umas amigas a alguns dias:


Bel e Lu,
tô mandando uma matéria legal da Vida Simples que cita, entre outras coisas, que bebês que tem colinho se desenvolvem mais rápido.A matéria é toda legal.Tenho lido bastante sobre isso e cheguei a conclusão que vou dar bastante colinho pra Gael. Até pq, daqui um tempo, ele nem vai mais querer saber disso.Vai ficar com vergonha dos beijinhos na buchecha dele que dou e quando eu disser:"Cadê o bebê da mamãe?"Ele vai falar pra eu não fazer isso na frente dos amigos dele da 5ª série.hahahhahaha...


Eu nunca pensei que carinho viraria vergonha, mas a gente sabe que no final é isso que acontece. Já pensou que daqui a alguns anos eles vão casar? Chega o convite aqui em casa: Miguel Sena e Fulana te convidam pro enlace matrimonial..."Meu Deus",digo. Tô velha... Ou então me chega o convite de formatura do Samuel..."Meu Deus", digo mais uma vez.Esses meninos cresceram tão rápido.


Enfim, Gostei da matéria pq ela fala também de reciclar as roupas dos bebês.Dá pra todos da família.Usa um e usa outro. A idéia também do quarto com a homenagem dos outros priminhos...É linda!


Já desejo um mundo melhor pro Miguel,Samuel e pro Gael. Pensa no próximo bebê! Desejo muito um mundão melhor. Fiquem com Deus e todo amor do mundo pra barriguinha da Bel. São só 7 meses agora pra gente receber com toda alegria o novo membro da família.


beijos






Dicas de sustentabilidade que podem durar desde os primeiros meses de vida até a vida toda

texto Mariana Lacerda fotos Eduardo Delfim


Em 1995 um dos maiores historiadores da atualidade publicou um tratado assustador sobre o século 20. Em seu livro Era dos Extremos, o britânico Eric Hobsbawm analisa toda a história dos últimos 100 anos. As guerras, os entraves raciais e religiosos, o crescimento das metrópoles e da economia mundial, tudo isso em detrimento da vida humana. “O velho século não acabou bem”, escreve. Pois logo no início do século seguinte o mundo passou a assistir a uma de suas maiores crises econômicas. O modelo capitalista, que em resumo diz que, quanto mais se acumular dinheiro, melhor, não funciona mais. A menina Isadora nasceu no dia 11 de fevereiro de 2009 no meio dessa confusão. E o que ela tem a ver com isso?


Tudo. Ela é a herdeirazinha deste mundo que construímos. E, apesar da pouca idade, é Isadora quem definitivamente abriu os olhos da mãe, que assina este texto, para desejar cuidar do que constitui o mundo dela: seu pai, suas bisavós e avós, primos, a sua casa, o seu bairro, a cidade em que vive. Foi assustada pela leitura de Hobsbawm e observando o mundo de Isadora que comecei a elaborar a pauta que deu origem a esta matéria. A troca de fraldas, apesar de ser um ato mais do que trivial na vida de uma mãe, também foi um fator imprescindível para pensar no assunto que vem a seguir.


Fralda é lixo Sim, fralda descartável é uma invenção bem prática, mas um horror para o planeta. Uma criança, em seus dois primeiros anos, utiliza em média 5,5 mil fraldas descartáveis – que custam à natureza cerca de cinco árvores. Uma fralda demora 450 anos nos lixões para se decompor. Para ter uma ideia, a cidade de São Paulo recolhe cerca de 13 mil toneladas de lixo todos os dias. Cerca de 230 toneladas são constituídas de fraldas descartáveis (2% do lixo é constituído de fralda descartável). Os números foram coletados pela engenheira química Bettina Lauterbach, do Rio Grande do Sul. Mãe de duas filhas, é uma das maiores ativistas do Brasil pelo retorno das fraldas de pano.


Graças ao trabalho de gente como Bettina, as fraldas de pano evoluíram. Elas se tornaram práticas, ajustáveis ao corpo do nenê. Bettina, que pesquisa tecnologias para a fabricação das fraldinhas e também as comercializa, conta que as maiores inimigas em seu negócio são as avós, que sempre tentam convencer as mães que entram em sua loja a sair dali imediatamente. Ela explica que aquelas que criaram bebês até meados da década de 1970 ainda têm na memória a pilha acumulada de panos no fim do dia. “Mas deve-se levar em consideração que as fraldas estão diferentes e o acesso às máquinas de lavar também melhorou”, diz.


Você pode até achar que também não é lá muito econômico para a natureza gastar água com a lavagem de panos. Mas hoje o problema do lixo nas metrópoles é muito mais alarmante do que a escassez de água. Tanto que países como Bélgica e Inglaterra incentivam – inclusive com dinheiro – os pais a optar pelo uso de fraldas de pano.


Faça um teste: pergunte a sua avó ou mãe se no tempo dela as crianças deixavam a de usar fraldas mais cedo do que aquelas de hoje, o que acontece por volta dos 3 anos de idade. É provável que, puxando pela memória, ela responda que sim. É que, naquela época, os pequenos se sentiam incomodados por estarem sempre molhados, coisa que não acontece com a fralda descartável, pois a tecnologia usada para absorver o xixi o deixa longe da pele do bebê até a troca. É verdade que não é fácil para pessoas como eu, que se acostumaram a usar fralda descartável na Isadora, se adaptar à de pano. Mas vale o teste. O trabalho cresce um pouquinho, sem dúvida, mas as vantagens ambientais são recompensadoras.


Consumo no berço Em seu livro Por uma Outra Globalização, Milton Santos, um dos mais importantes sociólogos brasileiros, conta como antes a economia se baseava na geração de bens que atendiam às necessidades de consumidores. “Atualmente, as empresas produzem o consumidor antes mesmo de produzir os produtos”, escreve.


Ou seja, somos bombardeados por ofertas de coisas de que não precisamos, mas tentam nos convencer de que nossa vida será melhor com elas. O mundo da maternidade é um exemplo disso. “Porque atinge o consumidor num momento em que, fragilizado pela chegada de um filho ou neto, tudo o que ele deseja é encontrar e oferecerlhe o melhor”, diz a advogada pernambucana Rebeca Duarte, que trabalha na organização não-governamental Observatório Negro e ministra palestras com mães de baixa renda a respeito da maternidade e do consumo.


Nessa fase em que pais e mães estão suscetíveis, são ofertadas coisas não raro desnecessárias para o cuidado do bebê, a exemplo de carrinhos modernos. Enquanto uma faixa de pano envolvendo mãe e bebê (conhecidos como slings), como fazem os índios brasileiros, pode ser suficiente para sustentar com segurança o filhote no colo da mãe. Esse é, inclusive, o lugar onde o bebê pode sentir o mesmo calor e bater do coração de quando ainda estava na barriga, ganhando assim segurança para conhecer a vida que lhe espera. Motivo pelo qual, vale dizer, os autores do livro O Bebê – O Primeiro Ano da Vida do Seu Filho, uma espécie de bíblia sobre o desenvolvimento infantil, sejam categóricos em afirmar que as crianças mantidas no colo se desenvolvem com mais rapidez.


Rebeca Duarte, mãe de uma filha, se lembra ainda da doutrina das roupas azuis para meninos e rosa para as meninas: uma convenção puramente comercial. “Por que existe isso?”, pergunta. A despeito do rosa e do azul, nada mais simpático do que herdar roupinhas que foram usadas por primos e primas mais velhos: os macacões de Chico, o primo carioca, hoje são usados por Isadora e logo serão enviados para Vicente, o recifense recémchegado. Ou ainda as roupinhas de Irene, que, de São Paulo, foram enviadas para Olinda para que a prima Érica pudesse usufruir delas. E que meses depois voltaram para que então Isadora fosse brincar com Irene, hoje com 4 anos. Construindo-se no ato da troca, as relações de amizade e solidariedade, de estímulo à lembrança do outro e ainda o cuidado com as coisas usadas ao máximo antes do descarte. Às vezes, até passando gerações, levando consigo tantos significados, como é o caso do vestido que um dia Isadora usará em seu batizado e que vestiu a sua avó Sônia quando ela saiu nos braços da mãe dela (a bisa Anna) da maternidade.


Estar em rede Se no meio da correria que é cuidar de um nenê está difícil pensar nos aspectos que envolvem a sustentabilidade, tudo bem, nada mais do que compreensível. Mas uma dica importante: junte-se a quem, como você, está experimentando a maternidade – o que acaba acontecendo naturalmente. Isso significa estar em rede. Pode ser uma rede de amigas mães ou mesmo aquelas mantidas por organizações não-governamentais, como o Grupo de Apoio à Maternidade Ativa, em São Paulo, ou o Grupo Boa Hora, no Recife. Em comum, esses grupos existem para a discussão das experiências de parto. Mas seus participantes terminam por trocar experiências sobre o primeiro ano do bebê. Entram no rol de discussões uso de medicamentos, aleitamento materno, alimentação orgânica e também o troca-troca de roupinhas.


O dia a dia A escolha do que vestir, alimentação, opções ecológicas na hora da compra de brinquedo ou mesmo na organização das festinhas de aniversário. Tudo isso faz parte da tentativa de criar de forma mais sustentável um bebê. “Acho importante ser seletivo e procurar ‘influenciar’ nossos filhos com esse tipo de postura porque, além de fazer bem, existe uma filosofia por trás com a qual simpatizo. Mas que seja sem radicalismo”, diz a publicitária Ilka Porto, mãe de Antônio, amigo de Isadora.


É isso mesmo. Porque criar um bebê é construir o cotidiano. Que, por sua vez, “é uma história a meio caminho de nós mesmos. É o mundo que amamos profundamente, memória olfativa, memória dos lugares da infância, memória do corpo, dos gestos da infância, dos prazeres”, escreveu o filósofo francês Michel de Certau, em seu livro A Invenção do Cotidiano. Daí a importância de ajudar nossos filhos a construírem modos de vida saudáveis desde a mais tenra idade. Para que no futuro eles possam escolher a sua postura de vida face ao mundo.
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P.S:O bebê da foto é a Isadora.

sábado, 19 de setembro de 2009

O bebê chegou


Depois de 4 meses sem escrever aqui, voltei. O Gael nasceu no dia 28 de abril. Essa era a data marcada. Entre fraldas e mamadas vou aos poucos tendo tempo pra tudo.Isso inclui esse blog.


Ser mãe é a melhor coisa do mundo. (Ponto)


Sem dúvida ter algo tão pequeno no colo mudou minha história, a forma que eu via o mundo. Quero a paz mundial! Uai, não posso querer um qualquer mundo pro meu filho.


Gael Nascimento Kopko nasceu com 48cm e 3,5kg.Nem muito gordinho e nem muito magro. Chegou ao mundo bem cansadinho e cheio de manchinhas roxas.Lutou muito pra sair da barriga da mamãe. Ainda assim, a cada suspiro dele, eu o amava mais e dizia: Você vai ficar bom,bebê. Mamãe tá aqui com você.


Passei a 1ª noite toda olhando aquele rostinho.Nem dormi. Fiquei pensando em como aquela coisinha tão linda coube dentro de mim.


Após 4 dias no hospital, fomos pra casa. E a vida virou uma festa. A cada suspiro, gemido, choro ou risada estamos todos com a máquina na mão tirando mil fotos. E ele sabe que estamos lá. Menino engraçado....


Volto a dizer, ser mãe é a melhor coisa do mundo. Agora, mundo!Fica melhor logo pra gente.
beijos

domingo, 26 de abril de 2009

Meu filhote tá chegando

Daqui a dois dias acontecerá a cesareana do Gael. Essa não era a idéia inicial. Sempre fui fã de métodos alternativos para as coisas e tinha dentro de mim que, se tivesse alguma coisa que eu pudesse fazer pra ter um parto normal, faria. Fiz hidroginástica, procurei um nutricionista pra dar um jeito na minha fome de leão, mas no final das contas a última ecografia deu alterações. Aí, já não tinha muito o que fazer.Estava lá e como confio na minha médica de "olhos fechados" aceitei que ela só me indicaria o procedimento por um motivo muito sério.

Não sou contra quem escolhe o parto cesáreo. Só gostaria muito de viver a experiência do normal ainda que depois disso não quisesse nunca mais repetir a dose.

Entre preferências e justificativas tem algo maior que gosto de pensar quando se trata de qualquer coisa na minha vida: Deus está no controle de tudo. No dia que a médica me deu a notícia do tipo de parto eu chorei. Só que mais tarde quando cheguei em casa tive a certeza de o que fosse acontecer essa era a vontade de Deus pra minha vida, do Gael e do João.

Confio nisso, acredito em Deus e pronto. Hoje e amanhã tirei o dia pra deixar a cama bagunçada e deitar nela quantas vezes quiser. Aqui em BSB chove e o edredon fica bem gostoso num dia assim.Apesar da curiosidade pra conhecer meu filho, estou tranquila....

"Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu." Eclesiastes


Beijos

terça-feira, 31 de março de 2009

34 semanas


Muita, muita alegria e ansiedade. Não aquela ansiedade de apressar tudo. Só mesmo a curiosidade de ver esse rostinho no corpinho de 2 kg e 43 cm, por enquanto.

Graças a Deus, tivemos a oportunidade de tirar uns dias de férias pra dar uma relaxada antes do Gael chegar.
Durante a gravidez viajamos mais do que desde quando começamos a namorar. Logo quando descobri que tava gestante fomos a Pirenópolis. Com 4 meses teve uma confraternização da empresa do João em Caldas Novas. No 5º mês voltamos a Piri, mas ficamos hospedados num local próximo ao Parque dos Pireneus. Muita aventura... e com 7/8 meses fomos a Cabo Frio botar os pés na areia. Posso dizer que esse é um incentivo para o meu filhote gostar de viajar.

Nos aqui em casa gostamos bastante. O detalhe também é que em todos os lugares fomos de carro e eu quase não tive problemas nenhum. Só nessa última que me senti mais cansada. Ainda assim não posso reclamar. Foi tudo maravilhoso.

Li muitas coisas antes de tomar a decisão de sair da minha cidade. Depoimentos de mulheres que diziam que antecipava o parto, diminuia o líquido aminiótico e outras coisas. Só que me senti bastante segura e saudável pra fazer tudo. Sem contar que cada mulher é única e a gravidez também. Algumas estão bem dispostas e estão livres pra isso. Outras tem restrições médicas e devem estar de repouso. Minha médica, que é maravilhosa, também me deu alguns conselhos para seguir e me liberou tranquilamente.
Minha mãe sempre pega no meu pé e diz que gravidez não é doença. O melhor é aproveitar cada dia. Com bastante cuidado, é claro. Mesmo em casa ou tendo a possibilidade de sair um pouco pra relaxar, acredito que cada mulher deve tirar o máximo de proveito da sua gravidez e viver alegre e tranquila com cada nova experiência que Deus a permite passar.
Gerar um bebê é algo único.

Vou ficando por aqui...


Beijos